Recortes de Imprensa

BAZAR 1983

“Com a presença de cerca de 50 embaixadas acreditadas em Portugal, realiza-se hoje na FIL um Bazar Internacional de Natal, a partir das 14 horas. A iniciativa partiu da Associação das Mulheres dos Diplomatas Portugueses e tem o patrocínio da dra. Manuela Eanes, que oferecerá hoje, no Hotel Ritz, um pequeno-almoço às embaixatrizes e a diversas senhoras que se associaram à iniciativa. O artesanato e especialidades gastronómicas dos diversos países representados dominam o pavilhão número 5 da FIL (…) constituído por “stands” colectivos, consagrados a cada um dos continentes. Além da venda directa dos produtos, vai realizar-se uma tômbola de que desde já se destacam viagens (…), além de televisores (…) e muitos outros artigos oferecidos pelas embaixatrizes.(…)” in O Dia, 12/12/83.

«Angariar fundos para a construção de um lar de passagem e acolhimento para jovens e adolescentes, projecto que se insere no relançamento da Obra do Ardina é o objectivo fundamental do Bazar Internacional (…). “Trata-se de uma iniciativa de apoio e solidariedade para com uma obra de importante alcance social, a que aderiram muitas senhoras do corpo diplomático representado em Lisboa e da Associação de Mulheres de Diplomatas Portugueses”, afirmou a drª Manuela Ramalho Eanes, que deu o seu patrocínio à efectivação deste Bazar Internacional. Segundo declarou a drª Manuela Eanes, a concretização desta iniciativa ficou a dever-se “ao esforço extraordinário de uma equipa de mulheres que não se poupou a esforços para ajudar a Obra do Ardina”. (…) A afluência a esta venda de Natal, na tarde de ontem, pode considerar-se extraordinária, registando-se um grande movimento de compras junto dos pavilhões onde se exibiam os objectos mais raros, com as mais diversas procedências. Dos tapetes do Irão, ao café de Angola, às sedas do Japão, às bebidas raras do Oriente, passando pelos artefactos da China e os trabalhos de arte indígena de vários países africanos, constituem apenas uma amostra muito reduzida do leque de opções que se oferecem aos visitantes desta venda natalícia de cariz internacional. (…)» in A Capital, 13/12/83.

«(…) “Esta iniciativa resultou de vários encontros, de carácter cultural, com embaixatrizes, e o produto reverterá totalmente a favor da Obra do Ardina que, neste momento, tem muitas carências”, como disse ao “CM” Manuela Eanes. (…) “O Bazar foi uma iniciativa da dra. Manuela Eanes e vem no seguimento de uma visita à Casa do Ardina, quando levámos a efeito uma exposição de artesanato criado por um grupo de rapazes delinquentes” – disse ao nosso jornal o dr. Alexandre Martins, presidente da direcção da Obra do Ardina. (…) A Fundação da Obra do Ardina está também representada no Bazar Internacional. Além de artigos artesanais feitos pelos seus protegidos, esta instituição (…) expõe ao público as suas necessidades e explica o que é a sua obra. (…)» in Correio da Manhã, 13/12/83.
[ Voltar ]

BAZAR 1984

«PECHINCHAS EXÓTICAS NO BAZAR DO CASTELO A FAVOR DAS CRIANÇAS DIMINUÍDAS MENTAIS. A tradicional Sala Ogival do Castelo de S. Jorge é desde ontem cenário de um colorido e bem fornecido “mercado internacional”. Trata-se de um Bazar de Natal organizado pela Associação das Mulheres dos Diplomatas Portugueses, com o apoio das Embaixadas Estrangeiras acreditadas em Portugal. Uma iniciativa de mérito que justifica a intensa afluência de público já registada e que deverá repetir-se hoje. Para a Associação das Mulheres dos Diplomatas Portugueses, criada há dois anos, esta é uma oportunidade de aprofundar o conhecimento e o intercâmbio com as Senhoras do Corpo Diplomático estrangeiro, aproveitando para as interessar de forma participante na realidade do país em que vivem. Mas conforme salientou a Dra. Manuela Eanes, patrocinadora do evento, ontem presente à sua inauguração, “é também uma amostra do empenho por ajudar a minorar os problemas sociais do país, pois estas Senhoras encontram-se a trabalhar nesta iniciativa desde Agosto, com um êxito que se deve em grande parte ao excelente ambiente de convivência e amizade”. (…) Além de se encontrarem representadas neste Bazar de Natal todas as Embaixadas, encontrámos em muitos dos “stands”, as próprias Embaixatrizes dos países. Outros membros do Corpo Diplomático também lá estiveram para uma visita, ajudando muitas vezes os compradores anónimos que acorreram ao Bazar a optar por um ou outro produto típico deste ou daquele país. Em troca de uma senha de 50$00, qualquer pessoa (…) pode fazer em pouco tempo uma autêntica “viagem” ao redor do Mundo. Além do consumo genuíno que o Bazar oferece (…), este possibilita o contacto com naturais (dos) país(es) e também com alguns dos seus costumes, como é o caso dos trajes típicos envergados pelas vendedoras e d(as) especialidades gastronómicas que se encontram à disposição dos visitantes. Uma grande mesa com artigos portugueses, destaca-se entre tapetes persas, jóias egípcias, bebidas escocesas, vestimentas sul-americanas, esculturas indianas, brinquedos japoneses e mais uma diversidade de “curiosidades” (…) que se podem qualificar como verdadeiras pechinchas nesta época natalícia.» in Correio da Manhã, 4/12/84.

«CHÁ NO CASINO ESTORIL CULMINA INICIATIVA DO BAZAR. Realizado pelas embaixatrizes estrangeiras e Associação das Mulheres dos Diplomatas Portugueses e com o patrocínio da Dra. Manuela Eanes, efectuou-se no Castelo de S. Jorge, um bazar a favor das crianças diminuídas mentais. Para culminar esta bela iniciativa e aproveitando a exposição de artesanato português, a Dra. Manuela Eanes ofereceu um chá às pessoas ligadas à realização do referido bazar de beneficência (…).» in Crónica Feminina, 1985.
[ Voltar ]

BAZAR 1985

«CORPO DIPLOMÁTICO VENDE PRENDAS DE NATAL. (…) apressem-se os interessados, porque o Bazar Internacional encerra hoje as suas portas (…). Pelas 16 horas, estamos crentes que atingirá o auge com uma tômbola e um leilão, os quais serão “comandados” por um homem que se chama Herman José e não necessita de mais apresentações. Com efeito, visitar agora o Castelo de S. Jorge é ainda mais atractivo do que normalmente. Depois de se apreciar, das muralhas, toda a cidade de Lisboa, pode-se, neste momento, viajar por cerca de meia centena de países, bastando para isso entrar na Sala Ogival. (…) sem grandes deslocações, qualquer um pode adquirir curiosidades que só se compram na China, na Índia, no Japão, na Tailândia ou no Paquistão. (…) Este Bazar do Natal, além de proporcionar a compra daquilo que todos nós, quando viajamos, desejamos adquirir como recordação, dá também a oportunidade de se provar especialidades gastronómicas que vão desde os petiscos russos ao “frango no púcaro”, do Brasil. COMPRAR NO BAZAR É CONTRIBUIR PARA UMA OBRA SOCIAL. Apesar de uma pequena viagem ao Castelo de S. Jorge poder preencher o vazio da impossibilidade de longas deslocações, torna-se mais importante, no entanto, o facto de se estar a ajudar uma obra social, sempre que ali se comprar algo. Desta feita, fazer despesa na Sala Ogival é contribuir para o aparecimento de um lar destinado à Terceira Idade, que tem como principal impulsionador o Centro Social Paroquial de S. Vicente de Paulo. (…)» in Correio da Manhã, 4/12/85.
[ Voltar ]

BAZAR 1986

«”É o resultado de um trabalho generoso das mulheres dos diplomatas estrangeiros que, relegando para plano secundário o conforto da família, se entregaram de corpo e alma a uma iniciativa que visa corresponder às imensas carências existentes no nosso país”.» declarações da Dra. Maria de Jesus Barroso ao jornal O Setubalense em 6/2/87

«”Procurámos os pontos mais carenciados, tendo a preocupação da descentralização, mostrando que não é só Lisboa que existe”.» Declarações da Dra. Maria de Jesus Barroso à Revista Olá – Semanário, 29/11/86.
[ Voltar ]

BAZAR 1987

«Frisou ainda a mulher do Chefe de Estado que tais iniciativas de solidariedade são necessárias, considerando que o Governo e as estruturas estatais não podem acorrer a todos os problemas com que o país se defronta.» in A Capital, 12/4/98.
[ Voltar ]

BAZAR 1988

«Maria Barroso, durante o almoço, agradeceu às embaixatrizes o “esforço e empenhamento que demonstra a solidariedade dos estrangeiros pelas obras sociais do nosso país”.» in O Dia, 16/2/89.
[ Voltar ]

BAZAR 1990

«”As dimensões deste bazar são reveladoras do entusiasmo e da generosidade com que as senhoras embaixatrizes se empenharam nesta importante iniciativa de objectivos humanitários e solidariedade social”» declarações da Dra. Maria de Jesus Barroso ao jornal A Capital de 14/12/90.
[ Voltar ]

BAZAR 1992

«(…) Sob o patrocínio de Maria Barroso, o bazar terá à venda produtos regionais dos países participantes (consta que caviar nem vê-lo, pelo menos assim o dizem os russos), onde os visitantes poderão saborear pratos típicos de cada país.» in Expresso, 5/12/92

«Maria Barroso agradeceu ontem em Lisboa às mulheres dos diplomatas acreditados em Portugal o trabalho de angariação de donativos durante o Bazar de Natal (…). Depois de afirmar que esta verba tem vindo a crescer todos os anos, Maria Barroso sublinhou que “as pessoas estão cada vez mais generosas”, ao contrário da atitude pessimista que alguns manifestam. Um responsável pela Unidade UDIP, do Hospital Egas Moniz, uma das instituições contempladas, congratulou-se pela ajuda agora recebida que considerou como “prova de como a sociedade civil, até a alto nível, pode contribuir em prol da humanização dos doentes com sida”.» in O Dia, 9/3/93.

«Maria Barroso ofereceu um almoço no Palácio de Belém para agradecer às senhoras da Associação dos Cônjuges dos Diplomatas, do corpo diplomático e voluntárias em geral, toda a colaboração prestada durante o bazar internacional do corpo diplomático que teve lugar no Natal. Neste almoço foram também entregues às obras sociais os cheques com os donativos angariados no mesmo bazar.» in Olá – Semanário, 20/3/93.
[ Voltar ]

BAZAR 1993

«Cá fora faziam uma longa fila de espera para comprar bilhetes. Lá dentro, cerca de 2.000 pessoas acotovelavam-se para conseguirem ver e comprar os artigos expostos. Foi assim que, passados apenas alguns minutos desde o seu início, começou ontem de manhã o Bazar Internacional do Corpo Diplomático.» in Correio da Manhã, 27/11/93.
[ Voltar ]

BAZAR 1994

«BAZAR DIPLOMÁTICO AJUDA A SER SOLIDÁRIO. Lá para os lados do Jardim do Tabaco, no Armazém A/B, cedido gratuitamente pela APL, o bazar de algumas das embaixadas acreditadas em Portugal está a ser um sucesso absoluto. Os 200 escudos do bilhete de entrada abrem as portas de um mundo a descobrir. Muitos são os visitantes a trocarem palavras nas mais diferentes línguas e a literalmente invadirem os “stands” dos diversos países. Ali, quase se pode encontrar de tudo. Caminha-se e repara-se nos crepes da China, nos tapetes do Paquistão, nos chocolates da Suíça e Áustria e nos vinhos da Argentina. Prova-se uma cerveja mexicana, enquanto se escolhe uma manta do Peru (verificando se fica bem com a camisola de Macau) e se observa os arranjos florais da África do Sul. Com os cestos de vime da Madeira transportam-se os queijos dos Açores até paragens brasileiras, onde o “guaraná geladinho” constitui aperitivo para a escolha da boneca de pano polaca. E continua a visita, apesar da organização saber que “não é com bazares que se resolve as carências, mas ajuda, uma vez que move os privilégios que há em alguns em direcção aos que os não têm”, palavras de Maria Augusta B.M.» in Correio da Manhã, 19/11/94.
[ Voltar ]

BAZAR 1995

«BAZAR DIPLOMÁTICO AJUDA A SER SOLIDÁRIO. Lá para os lados do Jardim do Tabaco, no Armazém A/B, cedido gratuitamente pela APL, o bazar de algumas das embaixadas acreditadas em Portugal está a ser um sucesso absoluto. Os 200 escudos do bilhete de entrada abrem as portas de um mundo a descobrir. Muitos são os visitantes a trocarem palavras nas mais diferentes línguas e a literalmente invadirem os “stands” dos diversos países. Ali, quase se pode encontrar de tudo. Caminha-se e repara-se nos crepes da China, nos tapetes do Paquistão, nos chocolates da Suíça e Áustria e nos vinhos da Argentina. Prova-se uma cerveja mexicana, enquanto se escolhe uma manta do Peru (verificando se fica bem com a camisola de Macau) e se observa os arranjos florais da África do Sul. Com os cestos de vime da Madeira transportam-se os queijos dos Açores até paragens brasileiras, onde o “guaraná geladinho” constitui aperitivo para a escolha da boneca de pano polaca. E continua a visita, apesar da organização saber que “não é com bazares que se resolve as carências, mas ajuda, uma vez que move os privilégios que há em alguns em direcção aos que os não têm”, palavras de Maria Augusta B.M.» in Correio da Manhã, 19/11/94.
[ Voltar ]

BAZAR 1996

«O Bazar Internacional do Corpo Diplomático acreditado em Portugal, tornou-se um ponto de referência das diversas acções de beneficência que têm lugar em Lisboa. O bazar deste ano foi precedido de um chá de beneficência, que decorreu na Estufa Fria em Lisboa, onde esteve presente a primeira dama, Maria Josá Ritta. Pleno de elegância e “glamour”, a iniciativa teve o seu ponto alto com a passagem de modelos, a que se associaram a primeira dama e algumas embaixatrizes, facto que emprestou ao evento uma curiosidade muito especial.» in Nova Gente, 20/11/96.

«FOI BOM MAS JÁ ACABOU… Que pena! O Bazar Diplomático só dura 2 dias… Mas, enquanto durou foi uma festa. Maria José Ritta, mulher do Presidente da República, foi a primeira a entrar na Cordoaria. E, depois dela… a invasão! Maria José Ritta visitou todos os stands. Cumprimentou todas as Embaixatrizes. E no fim da visita, deu uma mãozinha no stand da Presidência da República e atendeu, ela própria, algumas clientes. O Bazar Diplomático marca a abertura das vendas de Natal a favor de instituições de solidariedade social. É organizado pela ACDP. E é sempre animadíssimo. Da Índia aos EUA, passando pela Inglaterra, Angola e Moçambique, sem esquecer a Colômbia e o Japão, todos os países (…) participam. É pena é só durar 2 dias…» in A Capital, 24/11/96.

«BAZAR QUE VALE A PENA. No ano passado, a iniciativa da ACDP foi um êxito (45 mil contos que deram umas horas ou minutos que fossem de felicidade a muita gente) e a aposta no espaço da Cordoaria Nacional (lá estarão embaixatrizes e diplomatas num atendimento em que a solidariedade não requer qualquer negociação prévia) faz prever ainda maior adesão da sociedade lisboeta ao Bazar Diplomático.» in Diário de Notícias, 21/11/96.
[ Voltar ]

BAZAR 1997

«Neste bazar foi possível encontrar uma enorme variedade de produtos, vindos dos quatro cantos do globo. Do artesanato à gastronomia, os “stands” abriram-se numa multiplicidade de cores, formas e sabores, todos eles representativos dos seus países de origem. E agora já sabe, se deixou passar esta oportunidade, para o ano não se esqueça que no Bazar do Corpo Diplomático pode fazer compras originais, a preços convidativos. E ainda vai estar a ajudar quem precisa.» in Nova Gente 20/11/97.

«Pelos seus propósitos humanitários, esta venda tem contado sempre com o patrocínio da primeira dama: “Estas iniciativas são muito importantes a dois níveis: propiciam apoio específico a obras que protegem sectores mais frágeis da sociedade e, por outro lado, chamam a atenção, dão visibilidade, no bom sentido, a esse tipo de problemas. Pelo facto de acontecer na altura do Natal, época em que as pessoas estão mais sensibilizadas, implica que a resposta também é maior.”», declarações da D. Maria José Ritta à revista Caras.
[ Voltar ]

BAZAR 1998

«”O resultado efectivo deste tipo de iniciativas é uma gota de água no vasto campo das carências com que se confrontam muitas das nossas instituições” – [ declarações da D. Maria José Ritta por ocasião da entrega dos donativos]. A terceira idade é uma preocupação da Presidência da República e, por isso, Jorge Sampaio irá efectuar uma visita a estas instituições, em Maio, integrada no Ano Internacional das Pessoas Idosas.» in Revista Caras n.º 187.

«Todos os anos, o Bazar Internacional do Corpo Diplomático é um exemplo bem sucedido da solidariedade que se faz em Portugal. No Ano Internacional do Idoso, os donativos recolhidos naquele evento, realizado o ano passado, tiveram por destino a terceira idade.» in Revista Vip, n.º 88, de Março de 1999.
[ Voltar ]

BAZAR 1999

«Chiquérrimo foi sem dúvida o Baile dos Diplomatas no Casino Estoril, organizado pela Associação dos Cônjuges dos Diplomatas Portugueses. Uma óptima festa de entrada em 2000, que encheu a Sala Negra e Prata de gente elegante (…). Uma festa janota, cujo produto reverteu, tal como o Bazar Diplomático de Natal, a favor de várias instituições de protecção a crianças abandonadas ou em risco. O jantar estava óptimo, a assistência idem, o espectáculo pela Companhia de Dança “Carlinhos de Jesus” não podia ter mais originalidade e classe.» in Revista NOVA, n.º 134, de 26 de Janeiro de 2000.

«(…) o jantar (…), uma aposta nos sabores brasileiros, que homenageou o valioso apoio dado pela Embaixada do Brasil a esta festa, ao trazer do Brasil expressamente para esta noite a Companhia de Dança Carlinhos de Jesus. Este famoso bailarino proporcionou à assistência momentos de grande originalidade e beleza (…). Numa homenagem à terra dos seus bisavós, o bailarino carioca terminou o espectáculo com um vira do Minho primorosamente executado. Na mesa de honra, Maria José Ritta (…) assinalava este simpático gesto com um grande aplauso, confessando mais tarde (…): “Foi uma noite muito agradável, não só pelo sucesso da festa, mas, acima de tudo, por ver que a solidariedade existe. Graças à ajuda de todos, muitas crianças vão poder usufruir de uma vida mais feliz.”» in Revista CARAS, n.º 232, de 29 de Janeiro de 2000.

«Todos os anos, a Associação dos Cônjuges dos Diplomatas Portugueses organiza o Bazar Internacional do Corpo Diplomático e um jantar de gala cujos produtos se destinam a entidades de solidariedade social. A edição de 1999 reuniu quase 60 mil contos e agraciou as crianças em risco. Foi o maior produto de sempre, reunido pelo maior grupo de sempre, tudo com o apoio incondicional da mulher do Presidente da República. (…) Maria José Ritta, que presidiu à entrega de donativos, referiu que o testemunho dado com a participação no bazar “ultrapassa a simples recolha de fundos, sendo expressão de sensibilidade social e de desejo de intervir na mobilização da sociedade civil para a grande causa da solidariedade”. Leonor Rocha Vieira, mulher do ex-governador de Macau, é também uma colaboradora assídua do evento. (…) “Ao longo dos últimos 13 anos colaborei, com muito gosto, no Bazar do Corpo Diplomático, primeiro a pedido da senhora dona Maria de Jesus Barroso, quando o meu marido era ministro da República nos Açores. Quando fui para Macau pediram-me para continuar a apoiar e fiz o meu melhor. As pessoas foram sempre muito simpáticas, solidárias e generosas e conseguimos um bom contributo para o bazar.” (…) Fernanda Ribeiro de Menezes, presidente da associação, muito satisfeita com o resultado (…), referiu que o Bazar, este ano, “correu de uma maneira extraordinária; nunca tínhamos conseguido chegar a uma verba tão alta”.» in revista VIP n.º 135, de 16 a 22/2/2000.
[ Voltar ]